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Policia Civil prende investigado por estupro e resgata adolescente em Imbituva

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22/01/2026 22:36:16

A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio da Delegacia de Imbituva, cumpriu mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão na noite de quarta-feira, em decorrência de uma investigação criminal por estupro de vulnerável.

Contexto e Histórico de Risco

A investigação apurou a conduta de um homem de 24 anos que mantinha relacionamento com uma adolescente de 13 anos. O histórico de vulnerabilidade da menor é extenso:

Reiteração de Conduta: Desde julho de 2025, a adolescente apresentava um padrão de desaparecimentos frequentes de sua residência oficial para o uso de drogas e encontros com o investigado.

Convivência Irregular: No início de janeiro de 2026, a vítima evadiu-se novamente para conviver maritalmente com o homem em uma residência na Vila Zezo, referindo-se a ele como "marido".

Uso de Entorpecentes: A situação de risco foi agravada pelo uso abusivo de substâncias ilícitas pela menor. Um laudo toxicológico recente confirmou resultado positivo para cocaína.

Atuação da Rede de Proteção

O Conselho Tutelar de Imbituva, com apoio do CAPS e do CREAS, realizou inúmeras tentativas de retirar a adolescente do convívio do investigado. O homem já havia sido orientado formalmente em situações anteriores sobre o impedimento legal de manter qualquer relacionamento com a menor, mas insistiu na reiteração da prática criminosa. A representante legal da vítima (avó) relatou às autoridades a impossibilidade de conter a neta, que se recusava a retornar ao lar.

Medidas Judiciais e Desfecho

Diante da gravidade e da persistência do investigado em manter a menor em situação de risco, a autoridade policial representou pelas medidas cautelares:

Prisão Preventiva: O investigado de 24 anos foi detido e permanece à disposição da Justiça.

Busca e Apreensão da Vítima: A adolescente foi resgatada e encaminhada para internação e tratamento de reabilitação, visando sua recuperação do uso de drogas e proteção integral conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente.