Agentes da Prefeitura reforçam cuidados e ações de combate à dengue em PG
O combate à dengue não para em Ponta Grossa. Ao longo desta semana, os agentes de endemias da Fundação Municipal de Saúde (FMS) concentram suas atividades no bairro Colônia Dona Luiza e nas vilas Maria Otília e Vendrami. O objetivo é identificar e eliminar focos do mosquito Aedes aegypti nessas regiões. Além das visitas dos agentes a residências e pontos comerciais, a Prefeitura de Ponta Grossa realiza um monitoramento em tempo real sobre os casos da doença no município.

Juntamente com as atualizações sobre o número de casos e notificações, a FMS concluiu, na última semana, um novo Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti (LIRA) no município. A partir desses dados, é possível identificar as regiões onde o trabalho de combate aos focos do mosquito, que transmite doenças como dengue, zika vírus e chikungunya, precisa ser ainda mais intensificado.
“É fundamental que a população siga engajada no combate à doença e, nas regiões onde os agentes realizam as visitas, você, morador ou moradora, os receba bem. Tire suas dúvidas, forneça as informações necessárias e fique atento às orientações que forem passadas”, explica Liliam Brandalise, presidente da FMS.
Além do trabalho em campo, a Prefeitura investe em uma ampla campanha de conscientização, em ações coordenadas com os alunos da Rede Municipal de Ensino, assim como na aplicação de inseticidas específicos em locais com circulação de pacientes mais suscetíveis à ação do mosquito.
Apoio da população
A combinação entre períodos de calor e pancadas de chuva acaba criando um ambiente ainda mais propício para a proliferação de focos do mosquito da dengue. Por isso, profissionais de diversas áreas reforçam a importância do cuidado que a população precisa ter com suas residências, especialmente em quintais e locais onde o Aedes aegypti pode se proliferar com mais facilidade. Outro reforço é em relação às denúncias de focos do mosquito, que podem ser feitas pela ouvidoria da Fundação Municipal de Saúde (no telefone 0800 643 9595) ou via Protocolo 156.